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Reencantar a Política: Movimento de Juventudes e Espiritualidade Libertadora (MEL) e outros parceiros publicam a cartilha “Espiritualidade pode Reencantar a Política”.

  • Foto do escritor: Comunicação Cáritas Diocesana de Governador Valadares
    Comunicação Cáritas Diocesana de Governador Valadares
  • há 11 horas
  • 2 min de leitura

Estamos em tempos de eleições políticas no Brasil. Em outubro iremos às urnas para votar no presidente, senadores, deputados federais, estaduais e governadores. Momento importante da democracia e da vida política no país.


Neste sentido, sob a coordenação do Frei Marcelo Barros e do Movimento de Juventudes e Espiritualidade Libertadora (MEL) e outros parceiros, foi publicado recentemente a cartilha “Espiritualidade pode Reencantar a Política”.


“Política, quando entendida como preocupação com o bem comum e com os direitos fundamentais, não é apenas um direito, mas sim uma obrigação”. Dom Helder Câmara
“Política, quando entendida como preocupação com o bem comum e com os direitos fundamentais, não é apenas um direito, mas sim uma obrigação”. Dom Helder Câmara

Em tempos turbulentos, com as ondas agitadas, nem sempre conseguimos manter o rumo, o prumo, a prudência e a criatividade necessárias para navegar. Mas, como dizia o poeta: “não sou eu quem me navega, quem me navega é o mar”.


É importante nos darmos conta de que a tarefa de ‘reencantar’ a vida e todas as condições para que esta seja de justiça, paz e bem viver, é a convocação que vem do mais profundo de cada uma, de cada um de nós.


O objetivo dessa publicação é contribuir com o processo eleitoral, trazendo uma luz e uma reflexão pessoal e coletiva iluminada pela caminhada da igreja e da Doutrina Social da Igreja Católica para coletivos, grupos, pastorais e cristãos das nossas comunidades.


Por isso, convidamos a você a reunir o seu grupo, seja familiar, amigo, no bairro, na comunidade, na igreja, no terreiro, no campo – “onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles” (Mt 18,20) – e caminharem pelas páginas da cartilha, conversando sobre suas comunidades, pensando em formas de Reencantar a Política, no fazer político cotidiano, próximo, em cada recanto do existir.


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