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Movimentos sociais da região do Médio Rio Doce se reúnem para debate sobre agrotóxicos e qualidade do solo

  • Foto do escritor: Comunicação Cáritas Diocesana de Governador Valadares
    Comunicação Cáritas Diocesana de Governador Valadares
  • 24 de jul.
  • 1 min de leitura

Na quarta-feira, dia 22 de julho, reuniram-se, na sede da ATI Cáritas Diocesana de Governador Valadares, agricultores, produtores rurais, assentados pela reforma agrária, atingidos pelas mineradoras e militantes de movimentos sociais para debater sobre a contaminação da terra decorrente do crime-desastre do rio Doce e outros motivos. 



agrotóxicos
Reunião contou com a presença de diferentes grupos. Foto: CDGV

 

Membros da Fundação Espírito-santanse de Tecnologia (FEST) apresentaram o estudo do solo que está sendo realizado dentro do processo de repactuação e com recursos do Fundo Rio Doce

 

O professor Diego Jeangregorio, da Universidade Vale do Rio Doce (Univale), fez uma colocação sobre o tema do uso descontrolado de agrotóxicos na região do Médio Rio Doce  e o uso inadequado de  drones.

 

Wesley Oliveira da Silva falou sobre agroecologia com a apresentação do tema “O caminho para a restauração da vida” e como recuperar solos degradados. Explanou sobre os efeitos negativos de agrotóxicos jogados por drones em plantios de café, mamão e outros alimentos no município de Nacip Raydan e sobre as dificuldades encontradas para a retomada da produção.

 

"A contaminação por agrotóxicos é uma das maiores preocupações ambientais e de saúde pública da atualidade", disse Silvia Ribeiro.

 

Todos os presentes reafirmaram o compromisso coletivo com a agroecologia e o uso adequado do solo para a produção de alimentos e vida saudável.

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